quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Bukowski e seus textos autobiográficos
domingo, 27 de dezembro de 2009
Uma luz no porão
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Atiraram outra vez no dramaturgo
E a jornalista para garantir seu emprego na emissora termina o Jornal rindo e desejando boa tarde! Como ter uma boa tarde depois de uma merda desta! Merda de notícia, merda de jornalismo. E na dúvida tive que entrar em sites de amigos do Mário como a Clara Averbuch e o Mirisola para saber que o seu estado é estável e não grave e que o grande dramaturgo, músico e escritor Mário Bortolotto vai sair desta se Deus quiser. E o brasileiro continua vibrando com o Mengão campeão....jornalismo canastrão....político ladrão....abre o olho mermão!
E fique esperto porque vc que é atuante, inteligente, consciente, faz teatro experimental, música, poesia e escreve livros acima da média pode ser o próximo. E nada disso interessa. Só a cor e a quantidade do seu sangue rubro neste mundo negro.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
a bala que liberta

Pornopopéia Reinaldo Moraes
terça-feira, 24 de novembro de 2009
É O FIM
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Arte e criação
Vai uma dica de um blogeiro André Freitas baseada nos ensinamentos do grande escritor e pensador Alemão Johann Wolfgang Von Goethe (amiguinho de Schopenhauer) que procuro utilizar no meu dia a dia e principalmente na literatura: "Goethe dizia que toda busca envolve vários erros. Quem não tem coragem de errar não dá um passo novo e prefere trilhar caminhos que já foram trilhados, citando e analisando o que já foi dito antes.É preciso livrar-se do compromisso com o êxito para poder criar. O êxito, como objetivo, é castrador da criatividade e pode até significar concessão à mediocridade" A.F. Nesse sentido uma música que fiz para a nossa banda Sábios Insanos "para viver com arte". Enfim - este blog não é de auto-ajuda mas não deixa de procurar uma motivação. Um alento. Especialmente quando estou lendo "Pornopopéia" e podendo observar todos os dias o desprendimento e os acertos involuntários de outro grande escritor que definitivamente não tem medo de ser feliz. Isso é talento.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Monstros Invisíveis Chuck Palahniuk
Vendo uma foto de Chuck Palahniuk sou remetido a imagem de Jack Kerouac, aquele tipo de brutamontes das letras. Daquele escritor com braços sarados que gosta de porrada, droga, sexo, maluquices e escatologia. É essa a pilastra de sua literatura. O livro "Monstros Invisíveis" era para ser o seu primeiro romance mas foi reiteradamente recusado pelas editoras por ser "doentio demais". É mole? Depois o cara arrebentou com o "Clube da Luta"(vide foto acima) e os editores estão publicando qualquer coisa que ele escreva. Escreve e vende, escreve e vende para cinema já que seus livros parecem roteiros. Esse então primeiro romance é descaradamente um roteiro de cinema naquilo de mais atual já que num mesmo parágrafo e/ou capítulo vamos para o passado para o presente para infância, juventude e vamos correndo os anos da personagem principal de trás para frente de frente para trás sem uma cronologia reta e pontiaguda(diga-se careta). "Corta para", "corta para"....Escritor de estilo. Com certeza queridinho dos Festivais de Sundance. Mas tirando as brincadeiras de lado, gostei da coisa toda. É a história de uma mulher/modelo que depois de um acidente de carro/tiro fica com o rosto totalmente desfigurado tem que fazer um balanço/auto-análise e reinventar a sua vida. O livro passa então a fazer uma séria de críticas a sociedade de consumo que eleva a beleza ao patamar único de satisfação e projeção social. Vc é aquilo que vc parece e não aquilo que vc é! Entendeu? Portanto o livro sai da mesmice de historinha de cinema pra entreter e vai um pouco além! Entra realmente na estética literária e não a estética meramente cinematográfica também presente e isto é muito salutar. Cria um climão próprio: operações plásticas, mundo "fashion" vidas reinventadas a cada momento, uma transexual de nome Brandy Alexander, criação das irmãs Reines(hilárias), a própria protagonista, seu irmão ambíguo, o namorado duvidoso, enfim ninguém é o que parece ser e as pessoas vão mudando de nome e de objetivos até um final surpreendente e maluco que não vou dizer aqui para não tirar o tesão. Alguém ainda tem tesão enquanto lê? Eu tenho. Inclusive quando vou ao cinema. Ontem fui ver o novo Tarantino - Bastardos Inglórios e me deliciei com a originalidade e as piadas inglórias. Pano rápido. Corta para o relógio que tenho que sair. Como diria o Brad Pitt no filme em seu italiano macarrônico Arrivederci amore mio.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Van Gogh e a literatura
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
BLOW-UP - DEPOIS DAQUELE BEIJO
A princípio por mostrar a Londres de nossos sonhos tropicalistas, suas ruas, suas cores sombrias, seus tijolos vermelhos, seus carros negros. Só por isso vale o filme.
Aliás a idéia de Antonioni é essa. São vários filmes dentro do mesmo. A música incidental de Herbie Hancock em contraste com os silêncios das árvores, com os silêncios do filme em si. É o cinema como tem que ser. A imagem diz mais que mil sons, mil trejeitos e mil efeitos especiais.
Mas a estória em si que não se revela também é reveladora(Heim???). Um assasinato. Será? Ou será apenas uma forma de mostrar a vida de um fotógrafo na Londres efervescente? Da Londres do Rock e da benzedrina, da maconha, do vinho tinto. Da London London das festas regadas a muita droga e The Yardbirds?
Ou será a paranóia de um fotógrafo e sua desorientação e de suas modelos desorientadas, de uma época com várias, tantas opções que não se consegue vislumbrar uma certa sequer?
Caminhamos pelo filme vendo pessoas apáticas assistindo um show e desesperadas em busca de um souvenir(pedaço de guitarra jogado na platéia). Mímicos jogando um tênis imaginário; um vendedor de antiguidades que maltrata seus compradores e não quer se desfazer de seus pertences; uma passeata em fila militar de pacifistas contra a guerra; modelos perdidas e vendidas em busca de auto-afirmação e/ou diversão pura e simples. A aquisição de uma élice de avião antiga pelo puro deleite e prazer estético.
Na realidade Michelangelo Antonioni é um voyeur e um crítico sutil de sua sociedade. Basta a lente na realidade, basta a lente....
Sem contar que o filme conta com a belíssima Vanessa Redgrave e é inspirado em uma obra de Julio Cortazar.
Aula de cinema. Obra de arte. Imperdível!(aliás como todo o conjunto de Michelangelo Antonioni) . E este filme é de 1966. Não se fazem mais filmes como antigamente!
Boa noite; Beijo na testa!!!!!Durma com esta!
OH! BARBARELLA!!
O filme é meio retrô, meio psicodélico, ficção-científica e baseado numa história em quadrinhos onde uma mercenária das galáxias(Barbarella), num mundo futurista e pacífico tem como missão encontrar o grande "Duran Duran" e barrar os seus anseios de dominar o universo com uma arma poderosa.
De quebra a mercenária até então civilizada, descobre toda a delicia do mundo pagão e atrasado, sexo selvagem, bárbaro, e transforma sua missão numa adorável ode ao sexo em contraposição ao sexo do futuro sem contato físico.
Enfim, uma deliciosa bobagem, com toques artísticos indiscutíveis e com uma protagonista deliciosa, Jane Fonda, no auge de sua beleza e usando as roupas mais extravagantes e sexys do planeta.
Para se ter uma idéia o filme começa com um strip-tease de Jane Fonda, flutuando e com uma roupa de astronauta. Cena impagável.
Vale a pena dar uma espiadela. E pensar que eu nem tinha nascido, o homem ainda não tinha pisado na lua e Woodstok ainda era um embrião. O filme é de 1968.
E como diria o Seu Jorge: "é isso aí"!
domingo, 4 de outubro de 2009
Emerson Wiskow e seu "Ovos de Touro"

Eu gosto do Wiskow e é só. Poderia criticar o seu livro, dizer que tem erros de português gritantes, que as estórias muitas vezes não são devidamente aproveitadas, que falta surpresa em muitas delas mas não. Gosto do Wiskow. Da maneira como ele desenha e disponibiliza seus textos; gosto dos seus gostos e referências, o velho Buk, Gutierrez, mulheres gostosas, bares etc. Gosto da sua peregrinação em busca do auto-conhecimento como escritor. E gosto de algo que supera qualquer falha dele. Sua cara-de-pau! no sentido de ausência de pudores como escritor. A literatura está aí para quem quiser e isso é muito bom. E ele explora tudo isso muito bem aparentemente sem segundas intenções. O que é um alento. Seu anti-profissionalismo é salutar e sua crítica ao Daniel Galera melhor ainda. Tá certo - o cara (Daniel)conseguiu escrever um romance e isso já é muita coisa em um País como o nosso. Mas ele não é essa coisa toda! Dá pra compreender?Gosto inclusive de algumas fixações recorrentes. Me identifico. Wiskow é um grande voyeur! Seus suicidas, suas vagabundas, suas bundas com muita carne, seus prostíbulos decadentes, os bares gelados que não tenho por aqui(Rib 40 graus). Nem vou dizer que não gosto de marcianos, cigarros, mulheres verdes, uma cabeça-decepada, um encontro com Jesus na Zona, exaltação ao próprio pinto. Não! Não vou! Porque gosto do Wiskow e é só. Como um irmão de uma confraria secreta e restrita.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Incompletos Albano Martins Ribeiro
Portanto caros e infindáveis leitores - entrem no site, naveguem com a devida atenção, descubram boas novidades, comprem o livro que é baratinho e aproveitem para adquirir(de graça) os e-books "O cabotino" do Polzonoff e "Ovos de Touro" do Wiskow. VIVA A LITERATURA INDEPENTENTE!!!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Paris não tem fim - Enrique Vila-Matas
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Pulp e o velho Buk
Portanto mais um livro memorável para ser lido sem ser levado a sério, aliás como sugerido pelo próprio autor em sua dedicatória: "dedicado à subliteratura". Mas não deixe de ler nas entrelinhas: afinal o velho Buk é o velho Buk e a morte é um pardal vermelho que abre o bico e nos mostra um enorme espaço vazio com um enorme vórtice amarelo mais dinâmico que o sol.
E infelizmente em 1994 o fulgor intenso da luz amarela invadiu e envolveu o nosso herói das letras e das garrafas. A chuva fina que cai lá fora me convida a verter lágrimas que engulo já que o velho Buk com certeza não aprovaria. Vivamos intensamente enquanto é tempo. Mais um brinde!!!!
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
perna cabiluda
É a magia da literatura popular de cordel que por muitas vezes apresenta-se com qualidade indiscutível e eternizou seres lendários como Raul Seixas.
Bom também ver o poder que o rádio desperta no imaginário popular e Chico Science em ação(saudades!) e finalmente entender aquela música da "perna cabiluda" do Zé Mané e coisa e tal.
O Pernambucano é acima de tudo um....contador de histórias. Meu sogro, seu Reginaldo, não nega.
O curta-metragem em questão(documentário) é de Beto Normal, Marcelo Gomes, João Júnior e Gil Vicente . Mesma turma que realizou o ótimo "Cinema, Aspirinas e Urubus"
E como o vento vem descendo...descendo...de Recife a Ribeirão Preto, sigo aguardando ansiosamente o último Chico de Assis "Baixio das Bestas" que está começando a passar no Canal Brasil (já que no cinema eu perdi!)
Saravá pra todos(assistam curtas - entrem no portal acima) e CUIDADO COM A PERNA CABILUDA!
Quanta à ilustração acima a mesma não tem nenhuma relação com o texto. É que por uma questão estética não ia colocar uma "perna cabiluda" no meu blog. Então vai uma antítese. Só pra agradar meu sogro! Afinal..."é disso que o povo gosta"
Brincando com Clarice
“A tarde, sentada nos degraus de uma escada, em rua deserta do Grajaú, a menininha pobre, ruiva, solitária estava com um soluço seco a incomodá-la.
Nisso, veio passando um cachorro basset ruivo. Parou diante da menina, sem latir. Fitaram-se mudamente. Sem emitir som, eles se pediam: um solucionaria o problema de solidão do outro.
O cachorro foi embora. Incrédula, os olhos da menina acompanharam-no até vê-lo dobrar a outra esquina. “Mas ele foi mais forte do que ela. Nem uma só vez olhou para trás.” C.L.
Final punk noir decadente:
Mas o tempo passou....a menina que esperava o bonde cansou da espera inútil e foi para casa descansar eternamente. Os bondes já eram.
O sol escaldante deu lugar a uma lua cheia, “noir” e mórbida que resplandecendo negrume transformou a menina em mulher.
Com a lua cheia “dark” e nebulosa o cão virou homem que virou lobisomem. O famoso Lobisomem do Grajaú. Terror das operárias que voltam das fábricas no frio indolente das madrugadas escuras.
E naquela malfadada noite o terrível lobisomem inconseqüente movido por seu lado humano animalesco violentou aquela mulher com toda a brutalidade em todas as posições. De frente de lado, papai mamãe, 69, cachorrinho. Com o passar do tempo tiveram vários e juntaram os trapos.
A tampa e a panela. O problema e a solução.
Hoje encontramos no Grajaú, ao som de tiroteios, um casal de velhos vermelhos com uma ninhada de bassets ruivos às margens da represa Billings dando comida aos cadáveres e fezes que boiam em suas águas. Cheiro de esgoto no ar.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Manifesto Insano
Porém agora depois de um ano entrego sem pudores: participo de uma banda de música “Sábios Insanos”; nos reunimos todos os sábados numa chácara cercada de árvores, passarinhos e cerveja Cristal para tocar The Clash, Sex Pistols, Titãs, Paralamas, Ultraje, Beatles, Eric Clapton, Stones, Tim Maia, Made in Brazil(está é da Manú Zappa/vocalista), Mutantes, Mamonas, Roberto Carlos, Raul, Secos e Molhados, Wander Wildner, Falcão...Arrigo...Martinho... e uma infinidade de outros intérpretes e compositores, bem como algumas músicas próprias. Importante: Tudo sem um roteiro pré-determinado.
Ou seja voltei a ser adolescente de novo. Com 40 anos. A “sabedoria insana” me mostrou que as coisas básicas e simples é que devem valer a pena e ser prioridade nesse meu segundo e derradeiro round de vida.
E hoje para mim o básico é minha paixão “insana” pela música. Não a música clássica tocada em teatros imponentes que também gosto. Não importa se a música é boa ou não se sei tocar ou não. O importante é a reunião, cerveja, os amigos, o bate-papo. E também, claro... a música, o som em toda sua naturalidade e improviso....de preferência Rock and Roll básico. Cru. (até pode rolar um samba! Um “Seu Jorge”!)
Na banda heterogênea e vasto/eclético repertório estão alguns velhos amigos de infância(Os Deléos Fernando e “Jão”) , minha irmã Chris , meu sobrinho André Tinoco a super tatuada Manú Zappa (e quem vai chegando pode tocar!). Pessoas maravilhosas que se reúnem não para ganhar dinheiro, não com finalidades sociais espúrias tão em voga, mas apenas pela reunião nesses tempos em que músico fica o dia inteiro com a cara no monitor como diria o Mirisola: “manipulando seu próprio autismo”.
Meu amigo e mestre Hell “cara rapaz” já me disse isso. O músico hoje perdeu aquele tesão de tocar em grupo; De ficar uma tarde juntos numa garagem ou galpão tirando uma onda e uma música; De se reunir com outros músicos; De improvisar. Hoje tudo é tão eletrônico, tão frio...tão estúdio...., tão computador....tão partitura...tão certinho que o legal é o erro (ou o acerto involuntário). A esculhambação. E nisso a banda é muito boa. Na imperfeição.
Tem uma moça que dizendo-se empresária passou alguns sábados por lá tentando formatar a banda, criar uma “identidade comercial”. Coitada – quebrou a cara e sumiu!(apesar de ser uma ótima pessoa...bem intencionada....e ter deixado metade do nome da banda) Ninguém ali é muito chegado à ordem e progresso.- Aliás sempre achei que a ordem é contrária ao progresso mas isso é outra história -. A banda faz jus ao seu nome, ou seja, um retrocesso/volta às origens movido à insanidade sábia(???); faz jus àquilo que falei lá em cima quanto a “coisas básicas” e do eterno retorno. Nosso objetivo, ou pelo menos o meu é a falta de pretensões. Tocar por tocar...Pra ver onde vai dar. (... rimou/dá até música). É o famoso tesão do Roberto Freire.
Um dia também apareceu um músico “profissa” por lá dizendo que música é 97% transpiração e 3% inspiração. Com todo o respeito discordo. Queremos inverter ou subverter esse percentual. Inclusive o Sr. Pedrazzi está como sempre convidado a ajudar. E muito.
Portanto(e voltando ao manifesto) se alguém me perguntar porque um bando de velhacos(as) quase carecas, mezza calabreza, mezza mussarela se reúnem para tocar rock and roll todo sábado a tarde, tirar uma onda, uma música. Respondo: Não sei...não quero saber...E pergunto – Quem é que pode saber???? Porque por trás de uma ação tem que haver uma intenção?
Uma coisa é certa : os “Sábios Insanos” não vão tocar na Capital !!! A banda passará intencionalmente “a francesa” pelos anos vindouros tocando o seu réquiem antítese da atualidade. Com muito prazer! Obrigado!
Podem fechar as cortinas que o sooommm vai começar a rolar!!!!! E seja o que Deus quiser!
rsssssss
LUIZ TINOCO CABRAL
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Plínio, Lourenço, Marcelos, Daniel , lenha e outros
Aqui estou eu lendo Plínio Marcos, Lourenço Mutarelli, Marcelo Mirisola, Marcelo Rubens Paiva e Marcelino Freire. E o louco do Wiskow. Fui na feira do livro, ver o Mutarelli e o Marcelo. De quebra vi também o Cony e um poeta sei lá o nome dele acho que era Ricardo.
O que dizer sobre Plínio Marcos: Guimarães Rosa da baixada santista. "Das quebradas do mundaréu"
Mutarelli : cartunista depressivo, romancista genial. Tomou 7 doses de Jack Daniels às custas do Cachaça.
Mirisola: um tremendo farsante. Finge tão completamente que finge ser sua dor a dor que deveras sente. E o que pode ser melhor? Saiu da Praça Roosevelt e foi morar no Rio. Pode esperar muita coisa no ventilador.
Marcelo Rubens Paiva: Agora sei o que este cara fica fazendo nas madrugadas da Rua Augusta.(vide foto acima). Ele e o Santiago Nazarian. O bom cientista tem o laboratório que merece.
Marcelino Freire: Achei meio chatinho. Aquela coisa de escritor dos excluídos com pretensões sociais. Um angú de sangue. (melhor quando escreve sacanagem).
E o Wiskow: nosso Bukowski tarado sem bebidinha para acompanhar. (uma mistura de Bukowski com Mutarelli).
E o Cony : tá com mais de 80 e merece meu respeito. E só.
E o tal poeta Ricardo: sei lá. É do sul. Escreve pra crianças e gosta de saraus (urgh!!!)
E a feira do livro de Ribeirão Preto: melhor momento - passagem do som - João Bosco. Tomando um chope no Pinguim. (um não...vários!)
Depois de tudo isso passei um final de semana em Brotas, descendo rio e aquecendo na lareirinha(lenha: 6 reais) . E dá-lhe Daniel. (urgh!).
Este post resurgiu das cinzas. Obrigado ao Mutarelli que está me ensinando "como produzir efeito sem causa". Isso aqui é uma doença, uma demência, uma esquizofrenia.
E desce a lenha, desce a lenha...(essa é de graça - serventia da casa).
segunda-feira, 22 de junho de 2009
vida é luta vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal
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