Quando vejo este filme chego a uma única conclusão: A vida é trash!!! Como a cara deformada do Mickey Rourke, como as porradas no estomago que levamos diariamente. A trilha sonora da vida é heavy metal. E os anos 90 com sua falta de tudo na área cultural não conseguiu enterrar o Accept, AC/DC, Quiet Riot e o Robertinho do Recife. E viva a Marisa Tomei subindo e descendo no palco escuro da danceteria suspeita. No meio da vida trash resplandece algum resquício de beleza.
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